Musicoterapia: quando o som chega antes das palavras
Algumas crianças se expressam mais à vontade pelo som do que pela fala. Na musicoterapia, cantar, tocar, ouvir e inventar ritmos viram jeitos de a criança mostrar o que sente, se comunicar e criar vínculo com quem está perto. Ela não precisa saber música nem ter talento: o que vale é a relação que nasce ali. Quem cuida dela participa do caminho, perto da equipe.
Quando as palavras não dão conta de tudo
Na musicoterapia, há espaço para a criança que fala pouco ou que encontra no som um jeito de se acalmar. Vale um olhar atento se você percebe:
- Pouca fala ou dificuldade para se fazer entender
- Choro ou agitação que as palavras não conseguem acalmar
- Dificuldade para esperar a vez, dividir ou brincar junto
- Pouco contato com o olhar ou com as pessoas por perto
- Timidez que trava a criança na escola ou em grupo
- Dificuldade para expressar emoções, mesmo falando bem
Percebeu algo assim no seu filho? Vale contar para a equipe e ver juntos se a musicoterapia faz sentido para ele.
Escutar a criança antes da primeira nota
O que a família conta
A equipe de musicoterapia ouve da família como é a rotina da criança, o que ela gosta de ouvir e que músicas já tocam em casa.
O som como linguagem
Nas sessões, a criança canta, toca, improvisa e escuta. A música vira o meio de mostrar o que sente e de se relacionar, sem cobrança de acerto.
Junto com a família
Quem cuida da criança recebe retornos sobre o que a música tem mostrado. Quando fizer sentido, esse trabalho se soma ao da fonoaudiologia e das outras áreas.
Quer saber como a musicoterapia pode fazer parte do dia a dia do seu filho? Chame no WhatsApp a unidade que fica mais perto: Anápolis ou Niquelândia.
O que a música mostra, as outras áreas aproveitam
Na musicoterapia aparecem pistas sobre a fala, o corpo e as emoções da criança. Quem atende divide essas pistas com o restante da equipe, e tudo entra no mesmo plano de cuidado.
Uma equipe, não uma lista de contatos
Tudo sob o mesmo teto
Um plano por criança
Avaliação e terapia para TEA
Se a família investiga ou acompanha o autismo, a música pode entrar junto, dentro de um cuidado integrado.
Fonoaudiologia
Canto, ritmo e sopro também mexem com a fala, e a fonoaudiologia acompanha a comunicação de perto.
Psicomotricidade
Dançar, marcar o ritmo com o corpo e se mover pelo espaço são o terreno da psicomotricidade.
Terapia infantil
Quando a música traz à tona sentimentos que pedem um espaço para conversar, a psicologia entra no cuidado.

Fachada 
Recepção 
Consultório infantil 
Sala sensorial
Evely Godoy Pucci
Psicóloga e fundadora da clínica, Evely reuniu uma equipe multidisciplinar para oferecer, num só lugar, o cuidado que as crianças e suas famílias merecem, com escuta, técnica e acolhimento.
O trabalho parte de abordagens reconhecidas e de um princípio simples: respeitar o tempo de cada criança.
- Responsável Técnica
- CRP 09/6766
- Psicologia infantil
- Equipe multidisciplinar
Talento, barulho e o que mais as famílias perguntam
Meu filho precisa saber tocar ou cantar?
Não. A musicoterapia não ensina música e não espera talento. Ela usa o som, o ritmo e a voz como formas de expressão e de comunicação. A criança participa do jeito que consegue: batendo, cantando, ouvindo ou só observando no começo.
E se ele se incomoda com barulho?
Vale contar isso logo no primeiro contato. Nas sessões, o volume, os sons e o tempo de cada atividade se ajustam ao que a criança tolera, sem forçar. O som entra aos poucos, na medida dela.
Como é uma sessão de musicoterapia?
Cada sessão é pensada para aquela criança. Pode ter canções conhecidas, improviso, brincadeiras de ritmo e momentos de escuta. A proposta acompanha o que ela mostra no dia, sem roteiro fechado.
A família participa das sessões?
Depende do que for bom para a criança. Às vezes, a presença de quem cuida dela faz parte da proposta; em outras, ela fica só com quem atende. A equipe combina isso com a família desde o início.
O atendimento é particular ou pela Unimed?
O atendimento é particular, e a clínica também atende planos Unimed (Nacional, Goiânia, Anápolis e Seguros) mediante autorização prévia do plano. A recepção explica o passo a passo pelo WhatsApp da unidade.
A música entra no cuidado do autismo?
Pode entrar. A música é um dos recursos usados com crianças no espectro autista, sobretudo para comunicação e vínculo. Aqui, ela entra no plano quando combina com aquela criança, junto com as outras áreas. Veja a Avaliação e terapia para TEA.
Ficou alguma dúvida? Mande uma mensagem para a unidade de Anápolis ou de Niquelândia.
Onde fazer musicoterapia
Atendimento presencial, de segunda a sexta, das 8h às 18h.
Para saber se a música pode ajudar o seu filho a se expressar, comece por uma conversa.
Escolha um horário disponível ou fale com a recepção de Anápolis ou de Niquelândia no WhatsApp. O primeiro contato é acolhedor e sem pressão.
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Depois do agendamento, a recepção confirma a unidade e o profissional pelo WhatsApp.
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