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Clínica Evely Godoy, Psicologia Avançada e Terapias Multidisciplinares

Musicoterapia: quando o som chega antes das palavras

Algumas crianças se expressam mais à vontade pelo som do que pela fala. Na musicoterapia, cantar, tocar, ouvir e inventar ritmos viram jeitos de a criança mostrar o que sente, se comunicar e criar vínculo com quem está perto. Ela não precisa saber música nem ter talento: o que vale é a relação que nasce ali. Quem cuida dela participa do caminho, perto da equipe.

Violão encostado na parede da sala sensorial, ao lado de um almofadão e das agarras de escalada

Quando as palavras não dão conta de tudo

Na musicoterapia, há espaço para a criança que fala pouco ou que encontra no som um jeito de se acalmar. Vale um olhar atento se você percebe:

  • Pouca fala ou dificuldade para se fazer entender
  • Choro ou agitação que as palavras não conseguem acalmar
  • Dificuldade para esperar a vez, dividir ou brincar junto
  • Pouco contato com o olhar ou com as pessoas por perto
  • Timidez que trava a criança na escola ou em grupo
  • Dificuldade para expressar emoções, mesmo falando bem

Percebeu algo assim no seu filho? Vale contar para a equipe e ver juntos se a musicoterapia faz sentido para ele.

Escutar a criança antes da primeira nota

Violão de madeira encostado na parede colorida da sala sensorial
  1. O que a família conta

    A equipe de musicoterapia ouve da família como é a rotina da criança, o que ela gosta de ouvir e que músicas já tocam em casa.

  2. O som como linguagem

    Nas sessões, a criança canta, toca, improvisa e escuta. A música vira o meio de mostrar o que sente e de se relacionar, sem cobrança de acerto.

  3. Junto com a família

    Quem cuida da criança recebe retornos sobre o que a música tem mostrado. Quando fizer sentido, esse trabalho se soma ao da fonoaudiologia e das outras áreas.

Quer saber como a musicoterapia pode fazer parte do dia a dia do seu filho? Chame no WhatsApp a unidade que fica mais perto: Anápolis ou Niquelândia.

  • Fachada da Clínica Evely Godoy em Anápolis
    Fachada
  • Sala de espera da recepção, com árvore de madeira, pufes e livros infantis
    Recepção
  • Consultório infantil com mesa pequena, cadeirinhas e brinquedos
    Consultório infantil
  • Sala sensorial com parede de escalada e balanços
    Sala sensorial
Evely Godoy Pucci, Psicóloga, CRP 09/6766

Evely Godoy Pucci

Psicóloga e fundadora da clínica, Evely reuniu uma equipe multidisciplinar para oferecer, num só lugar, o cuidado que as crianças e suas famílias merecem, com escuta, técnica e acolhimento.

O trabalho parte de abordagens reconhecidas e de um princípio simples: respeitar o tempo de cada criança.

  • Responsável Técnica
  • CRP 09/6766
  • Psicologia infantil
  • Equipe multidisciplinar

Talento, barulho e o que mais as famílias perguntam

Meu filho precisa saber tocar ou cantar?

Não. A musicoterapia não ensina música e não espera talento. Ela usa o som, o ritmo e a voz como formas de expressão e de comunicação. A criança participa do jeito que consegue: batendo, cantando, ouvindo ou só observando no começo.

E se ele se incomoda com barulho?

Vale contar isso logo no primeiro contato. Nas sessões, o volume, os sons e o tempo de cada atividade se ajustam ao que a criança tolera, sem forçar. O som entra aos poucos, na medida dela.

Como é uma sessão de musicoterapia?

Cada sessão é pensada para aquela criança. Pode ter canções conhecidas, improviso, brincadeiras de ritmo e momentos de escuta. A proposta acompanha o que ela mostra no dia, sem roteiro fechado.

A família participa das sessões?

Depende do que for bom para a criança. Às vezes, a presença de quem cuida dela faz parte da proposta; em outras, ela fica só com quem atende. A equipe combina isso com a família desde o início.

O atendimento é particular ou pela Unimed?

O atendimento é particular, e a clínica também atende planos Unimed (Nacional, Goiânia, Anápolis e Seguros) mediante autorização prévia do plano. A recepção explica o passo a passo pelo WhatsApp da unidade.

A música entra no cuidado do autismo?

Pode entrar. A música é um dos recursos usados com crianças no espectro autista, sobretudo para comunicação e vínculo. Aqui, ela entra no plano quando combina com aquela criança, junto com as outras áreas. Veja a Avaliação e terapia para TEA.

Ficou alguma dúvida? Mande uma mensagem para a unidade de Anápolis ou de Niquelândia.

Onde fazer musicoterapia

Atendimento presencial, de segunda a sexta, das 8h às 18h.

Para saber se a música pode ajudar o seu filho a se expressar, comece por uma conversa.

Escolha um horário disponível ou fale com a recepção de Anápolis ou de Niquelândia no WhatsApp. O primeiro contato é acolhedor e sem pressão.

Escolha o dia e o horário

Depois do agendamento, a recepção confirma a unidade e o profissional pelo WhatsApp.

Ver horários disponíveis

A agenda abre em uma nova aba.