Terapia ocupacional: do botão da blusa ao brincar
Para a criança, o dia é feito de tarefas: se vestir, comer, ir para a escola e brincar com os amigos. A terapia ocupacional cuida da autonomia nessas atividades e da coordenação das mãos. Cuida também da integração sensorial, o jeito como a criança recebe e organiza sons, toques, cheiros e movimentos. O ponto de partida é a rotina da casa, contada pela família.
Pequenas tarefas que andam pesando na rotina
Cada criança ganha autonomia num ritmo próprio. Mesmo assim, algumas situações do dia valem uma conversa:
- Se vestir, calçar o sapato ou abotoar a roupa ainda pede muita ajuda
- Segurar a colher, o lápis ou a tesoura cansa ou frustra
- Barulhos, etiquetas da roupa ou certas texturas incomodam demais
- Busca movimento o tempo todo, ou foge de balanço e escorregador
- Trocar de atividade, como sair do banho ou do parquinho, vira um momento difícil
- Brincadeiras de montar, encaixar ou desenhar costumam ficar de lado
Se a rotina da sua casa tem cenas assim, a equipe de terapia ocupacional ouve você e pensa junto no próximo passo.
A rotina da criança vira o roteiro do trabalho
Como é um dia na casa
A equipe de terapia ocupacional pede que a família conte como é um dia comum: a hora de acordar, de comer, de sair para a escola e de dormir.
Observar a criança em ação
Na avaliação, a criança brinca, manipula objetos e encara pequenas tarefas. Enquanto isso, a equipe repara na coordenação, nas reações aos sentidos e no quanto ela já faz sozinha.
Ajustes que cabem no dia
As sessões trabalham o que mais pesa naquele momento, com atividades que fazem sentido para a criança. A família leva para casa ideias simples para a rotina e para as tarefas.
Quer falar sobre a rotina do seu filho? A recepção de Anápolis e a de Niquelândia respondem pelo WhatsApp.
Autonomia se constrói com várias mãos
Nas sessões, a criança mostra muito sobre o corpo, os sentidos e a forma de aprender. Quando outra área pode somar, a conversa acontece dentro da própria clínica.
Uma equipe, não uma lista de contatos
Tudo sob o mesmo teto
Um plano por criança
Fisioterapia pediátrica
Quando sentar firme na cadeira ou ter equilíbrio para brincar exige muito do corpo, a fisioterapia pediátrica cuida da base motora.
Psicomotricidade
Para a criança perceber o próprio corpo no espaço e organizar o movimento brincando, a psicomotricidade entra no plano.
Avaliação e terapia para TEA
Para a criança no espectro que sente demais sons e texturas, o cuidado com os sentidos entra no mesmo plano das outras áreas.
Psicopedagogia
Se a dificuldade com o caderno vem junto com ler e escrever, a psicopedagogia completa o cuidado com a aprendizagem.

Fachada 
Recepção 
Consultório infantil 
Sala sensorial
Evely Godoy Pucci
Psicóloga e fundadora da clínica, Evely reuniu uma equipe multidisciplinar para oferecer, num só lugar, o cuidado que as crianças e suas famílias merecem, com escuta, técnica e acolhimento.
O trabalho parte de abordagens reconhecidas e de um princípio simples: respeitar o tempo de cada criança.
- Responsável Técnica
- CRP 09/6766
- Psicologia infantil
- Equipe multidisciplinar
Por que ocupacional? E outras perguntas das famílias
Por que o nome terapia ocupacional?
Porque ocupação, nessa área, é tudo o que a pessoa faz no dia. Na infância, isso inclui brincar, comer, se vestir, ir à escola e conviver. O trabalho busca que a criança participe dessas atividades com mais autonomia, do jeito dela.
O que é integração sensorial?
É como o cérebro recebe e organiza o que chega pelos sentidos: sons, toques, cheiros, sabores, movimento e equilíbrio. Algumas crianças sentem tudo muito forte; outras parecem precisar de mais estímulo. A equipe observa essas respostas e busca formas de deixar a rotina mais confortável.
Meu filho ainda precisa de ajuda para comer e se vestir. Vale procurar a terapia ocupacional?
Vale conversar. A autonomia chega em tempos diferentes para cada criança, e a família conhece de perto esses detalhes do dia a dia. No primeiro contato, a equipe escuta a rotina e avalia se faz sentido começar agora.
A terapia ocupacional ajuda na escola?
Pode ajudar no que a escola pede ao corpo: pegar o lápis, usar a tesoura, organizar o material e ficar na cadeira na hora da atividade. Quando a dúvida é ler ou escrever, a Psicopedagogia entra junto.
Terapia ocupacional e fisioterapia pediátrica fazem a mesma coisa?
Não. As duas trabalham com o corpo, cada uma com uma pergunta. A fisioterapia pediátrica cuida do movimento em si, como firmeza, equilíbrio e conquistas como engatinhar e andar. A terapia ocupacional pensa no uso desse corpo nas tarefas do dia. Veja a Fisioterapia pediátrica.
O atendimento é particular ou pela Unimed?
O atendimento é particular, e a clínica também atende planos Unimed (Nacional, Goiânia, Anápolis e Seguros) mediante autorização prévia do plano. A recepção explica o passo a passo pelo WhatsApp da unidade.
Ficou alguma dúvida? Mande uma mensagem para a unidade de Anápolis ou de Niquelândia.
Onde fazer terapia ocupacional
Atendimento presencial, de segunda a sexta, das 8h às 18h.
Vestir, comer, brincar, ir para a escola: conte para a equipe como são os dias do seu filho.
Escolha um horário disponível ou fale com a recepção de Anápolis ou de Niquelândia no WhatsApp. O primeiro contato é acolhedor e sem pressão.
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Depois do agendamento, a recepção confirma a unidade e o profissional pelo WhatsApp.
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