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Clínica Evely Godoy, Psicologia Avançada e Terapias Multidisciplinares

Terapia ocupacional: do botão da blusa ao brincar

Para a criança, o dia é feito de tarefas: se vestir, comer, ir para a escola e brincar com os amigos. A terapia ocupacional cuida da autonomia nessas atividades e da coordenação das mãos. Cuida também da integração sensorial, o jeito como a criança recebe e organiza sons, toques, cheiros e movimentos. O ponto de partida é a rotina da casa, contada pela família.

Brinquedo de encaixe com formas coloridas sobre a bancada, com mesinha e cadeira ao lado

Pequenas tarefas que andam pesando na rotina

Cada criança ganha autonomia num ritmo próprio. Mesmo assim, algumas situações do dia valem uma conversa:

  • Se vestir, calçar o sapato ou abotoar a roupa ainda pede muita ajuda
  • Segurar a colher, o lápis ou a tesoura cansa ou frustra
  • Barulhos, etiquetas da roupa ou certas texturas incomodam demais
  • Busca movimento o tempo todo, ou foge de balanço e escorregador
  • Trocar de atividade, como sair do banho ou do parquinho, vira um momento difícil
  • Brincadeiras de montar, encaixar ou desenhar costumam ficar de lado

Se a rotina da sua casa tem cenas assim, a equipe de terapia ocupacional ouve você e pensa junto no próximo passo.

A rotina da criança vira o roteiro do trabalho

Tabuleiro de pinos e contas coloridas de madeira sobre a bancada com gavetas de encaixe
  1. Como é um dia na casa

    A equipe de terapia ocupacional pede que a família conte como é um dia comum: a hora de acordar, de comer, de sair para a escola e de dormir.

  2. Observar a criança em ação

    Na avaliação, a criança brinca, manipula objetos e encara pequenas tarefas. Enquanto isso, a equipe repara na coordenação, nas reações aos sentidos e no quanto ela já faz sozinha.

  3. Ajustes que cabem no dia

    As sessões trabalham o que mais pesa naquele momento, com atividades que fazem sentido para a criança. A família leva para casa ideias simples para a rotina e para as tarefas.

Quer falar sobre a rotina do seu filho? A recepção de Anápolis e a de Niquelândia respondem pelo WhatsApp.

  • Fachada da Clínica Evely Godoy em Anápolis
    Fachada
  • Sala de espera da recepção, com árvore de madeira, pufes e livros infantis
    Recepção
  • Consultório infantil com mesa pequena, cadeirinhas e brinquedos
    Consultório infantil
  • Sala sensorial com parede de escalada e balanços
    Sala sensorial
Evely Godoy Pucci, Psicóloga, CRP 09/6766

Evely Godoy Pucci

Psicóloga e fundadora da clínica, Evely reuniu uma equipe multidisciplinar para oferecer, num só lugar, o cuidado que as crianças e suas famílias merecem, com escuta, técnica e acolhimento.

O trabalho parte de abordagens reconhecidas e de um princípio simples: respeitar o tempo de cada criança.

  • Responsável Técnica
  • CRP 09/6766
  • Psicologia infantil
  • Equipe multidisciplinar

Por que ocupacional? E outras perguntas das famílias

Por que o nome terapia ocupacional?

Porque ocupação, nessa área, é tudo o que a pessoa faz no dia. Na infância, isso inclui brincar, comer, se vestir, ir à escola e conviver. O trabalho busca que a criança participe dessas atividades com mais autonomia, do jeito dela.

O que é integração sensorial?

É como o cérebro recebe e organiza o que chega pelos sentidos: sons, toques, cheiros, sabores, movimento e equilíbrio. Algumas crianças sentem tudo muito forte; outras parecem precisar de mais estímulo. A equipe observa essas respostas e busca formas de deixar a rotina mais confortável.

Meu filho ainda precisa de ajuda para comer e se vestir. Vale procurar a terapia ocupacional?

Vale conversar. A autonomia chega em tempos diferentes para cada criança, e a família conhece de perto esses detalhes do dia a dia. No primeiro contato, a equipe escuta a rotina e avalia se faz sentido começar agora.

A terapia ocupacional ajuda na escola?

Pode ajudar no que a escola pede ao corpo: pegar o lápis, usar a tesoura, organizar o material e ficar na cadeira na hora da atividade. Quando a dúvida é ler ou escrever, a Psicopedagogia entra junto.

Terapia ocupacional e fisioterapia pediátrica fazem a mesma coisa?

Não. As duas trabalham com o corpo, cada uma com uma pergunta. A fisioterapia pediátrica cuida do movimento em si, como firmeza, equilíbrio e conquistas como engatinhar e andar. A terapia ocupacional pensa no uso desse corpo nas tarefas do dia. Veja a Fisioterapia pediátrica.

O atendimento é particular ou pela Unimed?

O atendimento é particular, e a clínica também atende planos Unimed (Nacional, Goiânia, Anápolis e Seguros) mediante autorização prévia do plano. A recepção explica o passo a passo pelo WhatsApp da unidade.

Ficou alguma dúvida? Mande uma mensagem para a unidade de Anápolis ou de Niquelândia.

Onde fazer terapia ocupacional

Atendimento presencial, de segunda a sexta, das 8h às 18h.

Vestir, comer, brincar, ir para a escola: conte para a equipe como são os dias do seu filho.

Escolha um horário disponível ou fale com a recepção de Anápolis ou de Niquelândia no WhatsApp. O primeiro contato é acolhedor e sem pressão.

Escolha o dia e o horário

Depois do agendamento, a recepção confirma a unidade e o profissional pelo WhatsApp.

Ver horários disponíveis

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