Terapia infantil: brincar também é conversa
Nem sempre a criança consegue dizer com palavras o que sente. Na terapia infantil, o brincar, o desenho e as histórias viram o jeito de entender o que ela está vivendo e de cuidar disso com ela, no tempo dela. A família participa do caminho, e a equipe da clínica conversa entre si em volta da mesma criança.
Medos, perdas e mudanças também pesam na criança
E nem sempre ela mostra isso do jeito que o adulto espera. Algumas situações merecem um olhar atento, e a terapia infantil pode ser o lugar de cuidar delas:
- Medo, choro ou irritação que passaram a atrapalhar a rotina
- Mudança de comportamento em casa ou na escola, sem motivo claro
- Separação dos pais, mudança de cidade ou a chegada de um irmão
- Uma perda na família que ainda pesa
- Crises de raiva difíceis de acalmar
- Pouca vontade de brincar ou de estar com outras crianças
- Sono agitado ou a volta de hábitos que já tinham passado
Reconheceu alguma dessas situações? O primeiro passo é uma conversa com a equipe, sem pressa e sem julgamento.
Primeiro a família, depois o brincar
Primeiro, a família
A equipe de psicologia conversa com os pais ou responsáveis sobre a rotina, a história da criança e o que tem preocupado a família.
Depois, o espaço da criança
Nas sessões de terapia infantil, ela brinca, desenha e conta histórias. É por aí que mostra o que sente, e é nesse espaço que o que está difícil vai sendo trabalhado, no ritmo dela.
A família junto, o tempo todo
De tempos em tempos, a família volta a conversar com a equipe. O que a criança confia nas sessões é protegido pelo sigilo; o que ajuda em casa, a família fica sabendo.
Quer entender se a terapia faz sentido agora? Converse com a unidade de Anápolis ou de Niquelândia.
Quando outras áreas entram junto
Às vezes, o que aparece na terapia infantil tem a ver com a fala, com a aprendizagem ou com o jeito de a criança perceber o mundo. Quando isso acontece, os profissionais trocam entre si em volta da mesma criança, e a família não precisa correr a cidade.
Uma equipe, não uma lista de contatos
Tudo sob o mesmo teto
Um plano por criança
Neuropsicologia infantil
Quando a dúvida é sobre atenção, memória ou o jeito de aprender, a avaliação ajuda a entender como a criança pensa.
Avaliação e terapia para TEA
Para famílias que convivem com a suspeita ou o diagnóstico de autismo e querem um cuidado integrado.
Psicopedagogia
Quando a escola aponta dificuldade de leitura, escrita ou aprendizagem.
Fonoaudiologia
Quando a fala ou a comunicação também preocupam a família.

Fachada 
Recepção 
Consultório infantil 
Sala sensorial
Evely Godoy Pucci
Psicóloga e fundadora da clínica, Evely reuniu uma equipe multidisciplinar para oferecer, num só lugar, o cuidado que as crianças e suas famílias merecem, com escuta, técnica e acolhimento.
O trabalho parte de abordagens reconhecidas e de um princípio simples: respeitar o tempo de cada criança.
- Responsável Técnica
- CRP 09/6766
- Psicologia infantil
- Equipe multidisciplinar
Idade, sigilo, Unimed e outras dúvidas
Com que idade a criança pode começar a terapia infantil?
Não existe uma idade certa. O que conta é o que a criança está vivendo. Na primeira conversa, a equipe avalia com a família se a terapia é o caminho agora ou se outra área ajuda mais.
Os pais participam das sessões?
A criança tem nas sessões um espaço só dela. Os pais e responsáveis participam em conversas próprias com a equipe, para acompanhar o caminho e combinar o que ajuda em casa.
O que a criança conta na terapia fica em sigilo?
Fica. O sigilo é dever de quem atende, pelo Código de Ética Profissional do Psicólogo. Com criança, a família recebe o que é essencial para cuidar dela, sem expor o que ela confiou nas sessões.
Quanto tempo dura a terapia?
Depende de cada criança. O tempo e a frequência são combinados depois da avaliação inicial e revistos ao longo do caminho, sempre no ritmo dela.
O atendimento é particular ou pela Unimed?
O atendimento é particular, e a clínica também atende planos Unimed (Nacional, Goiânia, Anápolis e Seguros) mediante autorização prévia do plano. A recepção explica o passo a passo pelo WhatsApp da unidade.
Preciso de encaminhamento médico?
Para o atendimento particular, não. Se a criança já tiver laudos ou relatórios, vale trazer. Pela Unimed, o plano pede a guia do médico, e a recepção orienta como conseguir.
Qual a diferença entre terapia infantil e avaliação neuropsicológica?
A terapia infantil é um acompanhamento ao longo do tempo, para a criança lidar com o que sente e vive. A avaliação neuropsicológica tem começo, meio e fim e olha para atenção, memória e outras funções. Uma pode levar à outra: veja a Neuropsicologia infantil.
Ficou alguma dúvida? Mande uma mensagem para a unidade de Anápolis ou de Niquelândia.
Onde fazer terapia infantil
Atendimento presencial, de segunda a sexta, das 8h às 18h.
Se algo no jeito do seu filho tem chamado a sua atenção, o primeiro passo é uma conversa.
Escolha um horário disponível ou fale com a recepção de Anápolis ou de Niquelândia no WhatsApp. O primeiro contato é acolhedor e sem pressão.
Escolha o dia e o horário
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